A história da Sponta

Por que criei a Sponta

Você merece escolher o seu futuro, não engolir o que te impõem.

A primeira vez que entendi que o sistema estava quebrado

Por tempo demais, a busca por emprego funcionou em uma única direção. As empresas publicam vagas, os candidatos se candidatam e, na maioria das vezes, nenhuma resposta chega. Eu vivi isso alguns anos atrás, quando procurava uma vaga de aprendizagem: a frustração das candidaturas que ficam sem resposta por semanas, a sensação de me tornar invisível, perdido no meio de uma pilha de currículos, e o cansaço de tentar de novo e de novo sem que nada mudasse.

Construí a ferramenta que eu não tinha

Depois de semanas assim, com a angústia de não conseguir nenhuma vaga e o medo real de ter que abandonar os estudos, decidi parar de esperar. Construí uma ferramenta para entrar em contato diretamente com as empresas que me interessavam, sem esperar que elas publicassem uma vaga. Em poucos dias eu já tinha respostas, entrevistas e uma vaga de aprendizagem.

Eu vejo a Sponta como a rede de contatos de quem não tem nenhuma.

O que entendi naquele dia

Esse momento mudou tudo. Entendi que o problema não era o mercado de trabalho, e sim a forma de acessá-lo. A candidatura espontânea, quando bem feita, reequilibra a relação de forças entre as empresas e quem busca emprego.

Por que a Sponta existe hoje

É por isso que criei a Sponta: para que cada pessoa possa criar as próprias oportunidades. Sem precisar de rede de contatos, sem precisar de indicação. Você escolhe as empresas que combinam com você, envia a sua candidatura e retoma o controle. Hoje, milhares de pessoas usam a Sponta para não depender mais de um sistema que não lhes dava nenhuma chance. A nossa missão é simples: que ninguém seja obrigado a se conformar passivamente com o mercado de trabalho.

Eles confiam na gente

83120
usuários

usam a Sponta para as suas candidaturas espontâneas

1145237
envios

de candidaturas espontâneas enviadas pela Sponta

338036
empresas

prontas para receber a sua candidatura

Quer trocar uma ideia?

Falar com o Mory